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Sabe quais são os critérios para escolher um fuso de dosagem?

Texto: Motan Colortronic18/11/2020
Escolher o fuso correto é a chave para uma dosagem precisa. O trabalho do fuso de dosagem é transportar o material a granel de forma uniforme e consistente. Para que o processo funcione, temos de usar o fuso correto para cada material. Esta escolha deve ser determinada quer pelas características físicas do material a processar (granulado, pellets, pó, fibras, flocos) quer pelas propriedades específicas do mesmo, por exemplo, se é de fluxo livre ou não, se tende a fazer ‘pontes’ ou se pode ser fluidificado.
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A escolha correta do fuso é a chave para uma dosagem precisa. (Imagem: Motan-Colortronic)

Outros fatores que influenciam o comportamento de transporte do material a granel são o comprimento e o design do fuso. Aspetos como o diâmetro, o passo e a velocidade de rotação do fuso são decisivos para a quantidade de dosagem.

Existem dois tipos de fusos de dosagem: os simples e os de dosagem dupla, e ambos estão disponíveis em geometrias diferentes. Por exemplo, os fusos de dupla concavidade são normalmente concebidos como versões de duas vias, enquanto os fusos simples são normalmente de uma só via. Os fusos de duas vias têm duas espirais em vez de uma, com meio gradiente de separação, no núcleo do fuso.

Geralmente, os fusos simples são mais indicados para materiais a granel de fluxo livre. Existem três tipos de fusos simples: em espiral, com núcleo e helicoidais (equivalentes a fusos sem núcleo). Os fusos em espiral têm um grande perfil de transporte, dificultam a aderência do produto ao fuso e permitem uma dosagem suave. Os fusos helicoidais também têm um grande perfil de transporte e, portanto, um grande potencial de rendimento. Em comparação com os fusos com núcleo, têm um desenho mais aberto, tornando-os, juntamente com os fusos em espiral, mais adequados para materiais mais grosseiros como os resultantes de pós-processamento. Além disso, têm uma superfície de aderência menor, o que faz com que sejam menos suscetíveis ao entupimento do perfil de transporte.

Os fusos simples com núcleo têm um perfil ativo mais pequeno. São particularmente adequados para a dosagem de granulado. Neste caso, importante ter em conta a margem entre o fuso e o invólucro. O espaço deve ser aproximadamente três vezes o diâmetro da partícula. Caso contrário, há o risco de os grânulos ficarem presos e encravarem o fuso.

Os parafusos duplos são mais adequados para pós e para materiais a granel que não fluem livremente ou que tendem a fazer ‘ponte’. Embora as suas maiores áreas de entrada reduzam o risco de produção de ‘pontes’, é sensato, ainda assim, utilizar um dispositivo doseador com agitadores de um recipiente doseador flexível com rolos de massagem (que destroem as pontes e enchem o fuso).

Se estiverem a ser processados pós adesivos não fluentes e/ou coesivos, os fusos duplos com perfis côncavos duplos, com efeito de autolimpeza, são uma boa opção. Além disso, estes fusos evitam fugas de pós fluidizados e de materiais finos. Com velocidades de rotação menores, têm também a menor quantidade de pulsação e são adequados para o processamento de pós e certas preparações de fibras.

Finalmente, em caso de dúvida, deve testar previamente a combinação entre o fuso e o material que vai processar.

Encontre informação adicional sobre doseadores para a indústria de plásticos no site da Motan - www.motan-colortronic.com -, empresa representada em Portugal pela Plasequip.

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